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Luciano Cartaxo pede ao Ministério Público investigação sobre rede ilegal de material calunioso que atua contra a Prefeitura de João Pessoa

28 mar

Foto: Wikipedia.

O prefeito Luciano Cartaxo, através dos advogados Carlos Pessoa de Aquino e Eduardo de Araújo Cavalcanti, acionou o Ministério Público do Estado, na tarde desta quinta-feira, requerendo a abertura de investigação para apurar a atuação de uma rede de arapongagem ilícita responsável por produzir, segundo o prefeito, materiais caluniosos e difamatórios contra os agentes públicos da administração Municipal de João Pessoa.

De acordo com os advogados, a rede de arapongagem tem como sistemática a realização de grampos ilegais, com a finalidade de capturar, clandestinamente, conversas privadas, com o objetivo de, posteriormente, produzir notícias fraudulentas, distorcendo o conteúdo da mídia através de cortes, trucagens, montagens e edições para criar a falsa impressão de irregularidade.

Para os advogados Carlos Aquino e Eduardo Cavalcanti, a prática de realização de grampos é grave, porque, além de tendente a prejudicar a honra objetiva dos agentes públicos, também representa a ocorrência de espionagem ilícita, que viola direitos constitucionais.

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Secretária estadual Livânia Farias é presa no âmbito da Operação Calvário

16 mar

A secretária de Estado da Administração, Livânia Farias foi presa no início da noite de sábado (16), por determinação de cautelar assinada pelo desembargador Ricardo Vital, ao desembarcar no Aeroporto Castro Pinto, na capital. Ela vinha de Belo Horizonte (MG).

Livânia Farias está sendo acusada de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, de acordo com informações colhidas em colaboração do seu ex-assessor, Leandro Nunes, às investigações que ocorrem no âmbito da Operação Calvário. Nunes afirmou que a secretária recebeu propina de R$ 400 mil, valor utilizado para adquirir uma mansão em Sousa. A secretária também está sendo acusada de criar as condições administrativas para a permanência da Organização Social Cruz Vermelha à frente da gestão do Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, mesmo em face de suspeição do contrato de prestação de serviços.

Na cautelar, o desembargador Ricardo Vital salientou que o montante de R$ 400 mil corresponde a uma ínfima fração do que pode ter sido obtido pela secretária.

Livânia foi transferida para a unidade da 6a. Academia da Polícia Militar, em Cabedelo.