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Luciano Cartaxo pede ao Ministério Público investigação sobre rede ilegal de material calunioso que atua contra a Prefeitura de João Pessoa

28 mar

Foto: Wikipedia.

O prefeito Luciano Cartaxo, através dos advogados Carlos Pessoa de Aquino e Eduardo de Araújo Cavalcanti, acionou o Ministério Público do Estado, na tarde desta quinta-feira, requerendo a abertura de investigação para apurar a atuação de uma rede de arapongagem ilícita responsável por produzir, segundo o prefeito, materiais caluniosos e difamatórios contra os agentes públicos da administração Municipal de João Pessoa.

De acordo com os advogados, a rede de arapongagem tem como sistemática a realização de grampos ilegais, com a finalidade de capturar, clandestinamente, conversas privadas, com o objetivo de, posteriormente, produzir notícias fraudulentas, distorcendo o conteúdo da mídia através de cortes, trucagens, montagens e edições para criar a falsa impressão de irregularidade.

Para os advogados Carlos Aquino e Eduardo Cavalcanti, a prática de realização de grampos é grave, porque, além de tendente a prejudicar a honra objetiva dos agentes públicos, também representa a ocorrência de espionagem ilícita, que viola direitos constitucionais.

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Fabiano Gomes é preso preventivamente pela Polícia Federal. Confira íntegra do mandado.

22 ago

mandadofabiano

O radialista Fabiano Gomes foi preso, preventivamente, pela Polícia Federal na manhã de hoje (22), em regime fechado. A prisão preventiva foi determinada pelo desembargador João Benedito da Silva, do Tribunal de Justiça, dentro das atividades da operação Xeque-Mate, desencadeada pelo Ministério Público da Paraíba, em parceria com a Polícia Federal.

Gomes teve dois mandados de busca e apreensão expedidos no último dia 3 de julho, um no trabalho e outro em casa. Ele é acusado de corrupção ativa, por ter intermediado a compra do mandato do ex-prefeito de Cabedelo, Luceninha, que renunciou ao cargo em 2013. A operação, de acordo com as investigações coordenadas pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), resultou na posse do atual prefeito afastado do município, Leto Viana (PRP). No documento não é possível detectar a fixação de fiança.

Fabiano Gomes foi preso porque descumpriu uma das medidas cautelares impostas: a de comparecimento periódico, em Juízo, entre os dias 1º e 10° de cada mês, para informar e justificar suas atividades. Ao constatar o descumprimento, o mandado de prisão foi cumprido e o radialista está preso na Sede da Polícia Federal, em Cabedelo, podendo ser transferido para o presídio do Róger, após audiência de custódia, caso se comprove ausência de diploma de nível superior.

O magistrado também proibiu o acusado de deixar o território nacional, de ausentar-se dos limites das comarcas de João Pessoa e Cabedelo sem autorização judicial, manter contato presencial ou telefônico com as demais testemunhas, além do acesso ou frequência à Prefeitura de Cabedelo.