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Micheline Rodrigues (PV) critica gestão estadual e relembra omissão do Governo em relação a Campina Grande

18 set
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Micheline Rodrigues nos estúdios da Rádio Panorâmica FM. Foto: assessoria.

Micheline Rodrigues (PV), candidata a vice-governadora na chapa de Lucélio Cartaxo (PV), defendeu a integração entre a capital e o interior do estado. Micheline cita como exemplo da ausência de diálogo a realidade de Campina Grande que, junto com  outras cidades – de acordo com a candidata – não teve convênio firmado com o governo estadual nos últimos oito anos.

Durante entrevista a Rádio Panorâmica FM, de Campina Grande, Micheline enfatizou que “durante a recente crise hídrica pela qual passamos (referindo-se a Campina Grande), até a água para o Hospital de Trauma era fornecida pela Prefeitura de Campina Grande, quando essa responsabilidade era do governo, que recebeu verbas para isso e não ajudou em nada no enfrentamento da falta d’água na cidade”.

As críticas à gestão de Ricardo Coutinho continuaram. Sobre o tema “Obras Estruturantes”, a candidata apresentou como exemplo o pólo de moda que será construído no complexo Aluízio Campos, que, segundo ela, não recebeu apoio algum do governo estadual.

A candidata também mencionou a necessidade de duplicação da BR 104, como forma de melhorar a mobilidade e possibilitar um maior e melhor fluxo de pessoas e mercadorias, fortalecendo a economia e levando desenvolvimento a outras cidades.

Educação e funcionalismo público

Ao falar sobre Educação, Micheline Rodrigues lembrou que a Paraíba foi o estado do Nordeste que mais fechou escolas nos últimos anos e que essa irresponsabilidade do governo tem refletido negativamente nos índices de desempenho dos alunos, com o aumento da taxa de analfabetismo e o fracasso do estado na avaliação do IDEB.

Rodrigues também defendeu a necessidade de estabelecer um diálogo verdadeiro com todas as categorias, que, em sua avaliação, são muito mal tratadas pelo atual governador. “É preciso fortalecer os servidores concursados e enxugar a máquina do estado, retirando os funcionários-fantasmas e diminuindo o número de contratados e codificados, que são pessoas que trabalham para o estado sem concurso e que sequer é possível saber quem são e onde prestam serviços”.

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