Julian Lemos (PSL) elogia a postura de Cássio (PSDB) contra Alckmin

21 set
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“Ao invés de atacar o PT, um adversário histórico, miraram em Bolsonaro”, disse Cássio. Foto: George Gianni.

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) criticou nesta sexta (21), durante entrevista ao Arapuan Verdade, a estratégia de Geraldo Alckmin (PSDB) em atacar, sistematicamente, no guia eleitoral tucano, o também candidato Jair Bolsonaro (PSL). Cássio reconheceu que “o PSDB cometeu um erro quando atacou Bolsonaro”, porque “atacou um sentimento, atacou um eleitorado, que era do PSDB até pouco tempo”. Para ele foi um erro de estratégia, pois “ao invés de atacar o PT, um adversário histórico, miraram em Bolsonaro”, disse.

O tucano continuou: “Um dos mais graves erros do PSDB foi o de dissociar do sentimento de mudança profunda. Bolsonaro catalisou um sentimento de grande parte da população brasileira. Um sentimento contra a corrupção, insegurança e cheia de privilégios”, avaliou.

As declarações de Cássio Cunha Lima já subiram à alta cúpula do PSL, que manifestou acolhimento à fala do tucano, através de Julian Lemos, vice-presidente nacional da legenda e presidente estadual da sigla. Lemos disse, em nota, que “o senador Cássio Cunha Lima demonstrou sensibilidade, equilíbrio e sensatez ao criticar a política equivocada de Geraldo Alckmin contra Jair Bolsonaro”. O braço direito de Bolsonaro foi adiante: “Ao atacar o futuro presidente do Brasil, Alckmin determina o seu ocaso político e confirma a sua insignificância”.

Na última pesquisa divulgada pelo Datafolha, Alckmin permanece com pouco mais de 9% das intenções de voto, apesar de ser dono do maior tempo de propaganda no guia eleitoral.

Confira a nota de Julian Lemos (PSL) na íntegra:

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NOTA

O senador Cássio Cunha Lima demonstrou sensibilidade, equilíbrio e sensatez ao criticar a política equivocada de Geraldo Alckmin contra Jair Bolsonaro. Ao atacar o futuro presidente do Brasil, Alckmin determina o seu ocaso político e confirma a sua insignificância.

Geraldo Alckmin tem mentido, manipulado e distorcido fatos, semeado o medo e partido para a baixaria que ele próprio diz combater e evitar. É vergonhoso, asqueroso e revoltante. E nada disso tem surtido efeito porque o povo sabe quem é Jair Bolsonaro e pelo quê ele luta.

Parabéns ao senador Cássio Cunha Lima por se distanciar deste tipo de postura que envergonha o Brasil. Que esta sensatez e equilíbrio sejam a tônica de todas as lideranças, legendas e pessoas que desejam um Brasil melhor, mais justo e mais digno para todos.

Julian Lemos – Vice-presidente nacional do PSL


Com informações do Blog do Maurílio Jr.

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Bolsonaro tem uma das campanhas mais enxutas entre os presidenciáveis

21 set

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou no último dia (15) nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República a respeito dos recursos empregados na campanha em vigor.

A campanha mais modesta até o momento é a de João Goulart Filho (PPL), que levantou R$ 231,8 mil, sendo R$ 230 mil do Fundo Eleitoral e o restante (R$ 1,8 mil) por financiamento coletivo. Vera Lúcia (PSTU) declarou receitas no valor de R$ 401 mil, praticamente tudo do Fundo Eleitoral. A candidata levantou apenas R$ 1,8 mil via financiamento coletivo.

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Campanha do candidato do PSL é a terceira mais modesta.

Jair Bolsonaro (PSL), líder das intenções de voto,  aparece como o terceiro candidato mais modesto, dispondo de pouco mais de R$ 688,7 mil. Desse total, quase a metade foi proveniente do Fundo Eleitoral (R$ 334,75 mil) e os outros R$ 332,8 mil foram obtidos por meio de financiamento coletivo.

Já entre os concorrentes com maior arrecadação, até o momento, destaca-se Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) foram oriundos do Fundo Eleitoral. Já o financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,08% das verbas arrecadadas.

A segunda maior arrecadação foi a do candidato Henrique Meirelles (MDB), que declarou R$ 45 milhões em receitas até o momento. Todo o recurso veio de fontes próprias, ou seja, do próprio candidato.

A terceira maior declaração foi a do PT de Fernando Haddad. Foram movimentados R$ 20,6 milhões em receitas. Desses, R$ 20 milhões (97,1%), veio do Fundo Eleitoral. Por meio de financiamento coletivo foram arrecadados R$ 598 mil.

Ciro Gomes (PDT) vem na quarta posição, com R$ 16,1 milhões recebidos, todo do Fundo Eleitoral.

Marina Silva arrecadou R$ 7,2 milhões. Desses, R$ 6,1 milhões vieram de doações do Fundo Eleitoral; R$ 260 mil foram de financiamento coletivo e o restante de 21 doadores.

Álvaro Dias (Podemos) declarou ter recebido R$ 5,2 milhões. Deste total, R$ 3,2 milhões (62,5%) foram oriundos do Fundo Eleitoral e 37,9% de doações diversas. A iniciativa de financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,63% do total.

Guilherme Boulos (PSOL) recebeu até agora R$ 5,99 milhões, sendo R$ 5,97 milhões provenientes do Fundo Eleitoral. O restante foi arrecadado por meio de financiamento coletivo.

João Amoêdo (Novo) recebeu até o momento R$ 2,4 milhões, recursos oriundos de filiados e apoiadores e José Maria Eymael (PSDC) levantou R$ 849 mil do Fundo Eleitoral.

A prestação de contas de Cabo Daciolo (Patriota) não foi mencionada pelo sistema do TSE.

Confira o ranking das campanhas:

  1. Geraldo Alckmin (PSDB) – 46,4 milhões
  2. Henrique Meireles (MDB) – 45 milhões
  3. Fernando Haddad (PT) – 21 milhões
  4. Ciro Gomes (PDT) – 16,1 milhões
  5. Marina Silva (REDE) – 7,2 milhões
  6. Guilherme Boulos (PSOL) – 5,99 milhões
  7. Álvaro Dias (Podemos) – 5,2 milhões
  8. João Amoêdo (NOVO) – 2,4 milhões
  9. José Maria Eymael (PSDC) – 849 mil
  10. Jair Bolsonaro (PSL) – 680 mil
  11. Vera Lúcia (PSTU) – 401 mil
  12. João Goulart Filho (PPL) – 231,8 mil
  13. Cabo Daciolo (Patriota) – não consta no sistema do TSE

 


Com informações da Agência Brasil.

Confira a agenda dos candidatos nesta quinta (21)

21 set

Foto: assessoria.

João Azevedo (PSB)

09h30 – Participa de debate na FETAG

10h30 – Caravana do Trabalho pelo Cariri paraibano

– Largada da caravana em Boa Vista

– Gurjão

– São João do Cariri

– Serra Branca

– São José dos Cordeiros

– Sumé

– Prata

– Encerramento da Caravana com comício em Monteiro


 

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Foto: assessoria.

 

José Maranhão (MDB)

08h – Visita Mercado Central em João Pessoa
10h – Grava para o guia
14h – Caravana Zé do Povo
Concentração em Juazeirinho seguindo para Soledade, São Vicente, Cubati, Pedra Lavrada, Nova Palmeira
20h – Comício em Picuí


 

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Foto: assessoria.

Foto: assessoria.

Lucélio Cartaxo (PV)

8h – Reunião com equipe de campanha

13h – Entrevista Rádio Correio

16h30 – Encontra a população de Boa Ventura

17h30 – Visita a cidade de Diamante

19h30 – Em Ibiara, encontra população e lideranças

20h30 – Comício em Conceição


 

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Foto: assessoria.

Tárcio Teixeira (Psol)

*Agenda Tárcio Governador 50*

*Sexta (21/09)*

*Manhã:*

Tárcio- 9h- Debate com os candidatos ao governo do estado da Paraíba na FETAG-PB

*Tarde*

Tárcio – 13:50h – Entrevista no Correio Debate

Tárcio – 15h – Gravação para programa Frente a Frente – TV Arapuan

Tárcio -17h- Assinar carta compromisso na ASDEF

*Noite:*

Tárcio – 18h – Panfletagem na entrada do Liceu Paraibano

 

Falta d’água nesta sexta (21) vai ocorrer em 13 localidades

20 set

A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) executa nesta sexta-feira (20) obras no subsistema de recalque e no reservatório de distribuição R-17, no Alto do Mateus, em João Pessoa. A intervenção é necessária para a melhoria no abastecimento da região.

Por isso, o abastecimento de água será interrompido, das 8h às 21h, desta sexta-feira (21), nos conjuntos Ivan Bichara, Juracy Palhano, Motoristas e Luís Fernandes, em João Pessoa; e Centro, Jardim São Severino, Sesi, São Bento, Manguinhos, São Vicente, Brasília, Baralho e Imaculada, em Bayeux.

Outras informações sobre os serviços executados pela Cagepa podem ser obtidas gratuitamente pelo telefone 115, que também atende ligações de celular.

Micheline Rodrigues (PV) critica gestão estadual e relembra omissão do Governo em relação a Campina Grande

18 set
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Micheline Rodrigues nos estúdios da Rádio Panorâmica FM. Foto: assessoria.

Micheline Rodrigues (PV), candidata a vice-governadora na chapa de Lucélio Cartaxo (PV), defendeu a integração entre a capital e o interior do estado. Micheline cita como exemplo da ausência de diálogo a realidade de Campina Grande que, junto com  outras cidades – de acordo com a candidata – não teve convênio firmado com o governo estadual nos últimos oito anos.

Durante entrevista a Rádio Panorâmica FM, de Campina Grande, Micheline enfatizou que “durante a recente crise hídrica pela qual passamos (referindo-se a Campina Grande), até a água para o Hospital de Trauma era fornecida pela Prefeitura de Campina Grande, quando essa responsabilidade era do governo, que recebeu verbas para isso e não ajudou em nada no enfrentamento da falta d’água na cidade”.

As críticas à gestão de Ricardo Coutinho continuaram. Sobre o tema “Obras Estruturantes”, a candidata apresentou como exemplo o pólo de moda que será construído no complexo Aluízio Campos, que, segundo ela, não recebeu apoio algum do governo estadual.

A candidata também mencionou a necessidade de duplicação da BR 104, como forma de melhorar a mobilidade e possibilitar um maior e melhor fluxo de pessoas e mercadorias, fortalecendo a economia e levando desenvolvimento a outras cidades.

Educação e funcionalismo público

Ao falar sobre Educação, Micheline Rodrigues lembrou que a Paraíba foi o estado do Nordeste que mais fechou escolas nos últimos anos e que essa irresponsabilidade do governo tem refletido negativamente nos índices de desempenho dos alunos, com o aumento da taxa de analfabetismo e o fracasso do estado na avaliação do IDEB.

Rodrigues também defendeu a necessidade de estabelecer um diálogo verdadeiro com todas as categorias, que, em sua avaliação, são muito mal tratadas pelo atual governador. “É preciso fortalecer os servidores concursados e enxugar a máquina do estado, retirando os funcionários-fantasmas e diminuindo o número de contratados e codificados, que são pessoas que trabalham para o estado sem concurso e que sequer é possível saber quem são e onde prestam serviços”.

Confira a agenda dos candidatos nesta quarta (19)

18 set

 

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Foto: assessoria.

João Azevedo (PSB)

Manhã
Grava para o guia eleitoral

Tarde
Se reúne com coordenação de campanha

Noite
18h25 – Participa de debate na TV Borborema – Campina Grande


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Foto: assessoria.

José Maranhão (MDB)

* Não enviado até o momento.


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Foto: assessoria.

Lucélio Cartaxo (PV)

9h – Reunião com equipe de campanha

13h40 – Entrevista TV Correio

17h45 – Debate TV Borborema


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Tárcio Teixeira (PSOL)

Manhã

Tárcio – 5h – Panfletagem na AeC – Campina Grande

Tarde:

Tárcio – Preparação para debate na TV Borborema

Noite:

Tárcio – 18h – Debate na TV Borborema

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Raciocínio de Mourão é o mesmo de Obama e Dráuzio Varella

18 set

A polêmica da vez é a declaração do general Hamilton Mourão (PRTB), vice de Jair Bolsonaro (PSL), que em palestra proferida ontem (17), no Sindicato do Mercado Imobiliário de São Paulo (Secovi), denunciou que o narcotráfico arregimenta garotos para as suas atividades criminosas, notadamente entre famílias carentes, sem a presença de pais e avôs.

“A partir do momento em que a família é dissociada, surgem os problemas sociais. Atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai e avô, mas sim mãe e avó. Por isso, torna-se uma fábrica de elementos desajustados e que tendem a ingressar nessas narcoquadrilhas […]”

A declaração provocou uma verdadeira onda de indignação e revolta, tanto entre candidatos, como Marina Silva (Rede) e Kátia Abreu (PDT), quanto entre a opinião pública nas redes sociais, que entenderam a declaração do candidato a vice-presidente como um atestado irreversível de inépcia e tragédia social em lares chefiados por mulheres, sejam mães ou avós.

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Acontece que o raciocínio por trás da declaração que chocou os mais sensíveis, é o mesmo compartilhado por Barack Obama e Dráuzio Varella.  No artigo “Raízes Sociais da Violência“, disponível para consulta e download no portal do Ministério da Educação (MEC), o doutor Dráuzio Varella chama a atenção para o fato de que a desestruturação familiar promove a violência.

“No mundo todo crescem filhos criados sem apoio paterno. Muitas mães, especialmente no Brasil, são adolescentes. Estudos mostram que os filhos dessas jovens apresentam probabilidade maior de abandono, maus-tratos e espancamento doméstico. Sobrecarregadas, as mães abandonam os estudos, não arranjam emprego e, obrigadas a arcar com as despesas, vêem reduzido o poder aquisitivo de suas famílias. Além disso, crianças nascidas com maior vulnerabilidade para desenvolver comportamentos agressivos e criadas por mães despreparadas para educá-las com coerência, estão mais sujeitas a se tornar emocionalmente reativas e impulsivas, condições que embutem alto risco de violência”. Draúzio Varella.

Em junho de 2008, o ex-presidente norte-americano Barack Obama, em coluna publicada pelo New York Times, por ocasião do Dia dos Pais, declarou o seguinte:

“Crianças que crescem sem pai têm cinco vezes mais chances de viver na pobreza e cometer crimes; nove vezes mais chances de abandonar a escola e vinte vezes mais chances de acabar na prisão”. Barack Obama.

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Print traduzido da coluna de Barack Obama, publicada na página do The New York Times, em junho de 2008.

Obama foi além e chamou os norte-americanos a admitir o quão crítica é a necessidade da existência, presença e participação da figura paterna para o equilíbrio das famílias, o que de modo algum generaliza como desastrosa a experiência de criação dos filhos em núcleos monoparentais femininos.

“Somos chamados a reconhecer e honrar o quão crítico é todo pai para essa fundação [familiar]. Eles são professores e treinadores. Eles são mentores e modelos. Eles são exemplos de sucesso e os homens que constantemente nos empurram em direção a ele”. Barack Obama.

A declaração do ex-presidente norte-americano pode ser acessada em original e na íntegra, aqui. Já o artigo do Dr. Dráuzio Varella pode ser acessado aqui.

Finalizando o artigo, Varella conclui que “estudos científicos permitem identificar três fatores de risco na formação de personalidades com maior inclinação ao comportamento agressivo: 1 – experiências de abuso sexual, espancamento, humilhação e desprezo nos primeiros anos de vida; 2 – distanciamento de valores sociais altruísticos, de formação moral ou limites de disciplina e 3 – associação a grupos portadores de comportamento anti-social”.


Com informações do The New York Times e Ministério da Educação.